(Superliga B) Brasília Vôlei/Upis e Apav Vôlei jogam neste sábado à tarde

O ginásio do Sesi Taguatinga recebe neste sábado, às 17h, a estreia de Brasília Vôlei/UPIS e Apav Vôlei pela Superliga B. As duas equipes chegam a rodada inaugural da competição com elencos em sua maioria recheado de jovens e com alguns atletas mais experientes. Além disso, os dois projetos querem crescer ainda mais e retornarem aos tempos de elite nacional. 

O Brasília Vôlei/Upis vem com mudanças nesta temporada, a começar com a parceria envolvendo o time feminino e uma ‘união’ que promete render bons frutos a ambos. Além disso, Marcelo Thiessen, filho de Flávio Thiessen, assume como técnico após cinco anos como auxiliar e terá no elenco jogadores interessantes, como o ponteiro Robinho e o central Alesson. 

“Temos uma expectativa de uma temporada muito disputada, com todas as equipes do mesmo nível. Vamos entrar para brigar pelo acesso à elite. Mas sabemos que temos muitos desafios, e imagino que seja a edição mais equilibrada da história da Superliga B. Não vejo muita diferença entre as equipes. Temos o pé no chão sabendo das dificuldades desta missão. Estamos trabalhando desde setembro. Esperamos uma competição muito interessante, e qualquer equipe pode ser campeã. Estamos nos preparando para estarmos em nosso melhor desde o primeiro jogo”, comentou o técnico Marcelo Thiessen. 

Pelo lado da Apav Vôlei, o técnico Marcelinho Ramos teve 45 dias de trabalhos intensivos para buscar o melhor possível de um elenco que mescla jovens talentos, como o ponteiro Adriano e atletas experientes, como o levantador Vitor Gelli. Único representante gaúcho no cenário nacional, o investimento foi um pouco maior que na temporada passada, e um dos reforços que chama a atenção é do oposto Renan, ex-Botafogo. 

“Estou um pouco ansioso, mas bastante confiante pelo que o grupo trabalhou nas últimas duas semanas. Houve boa evolução técnica e física. Mas sabemos que ainda temos margem para um crescimento muito grande”, projetou o técnico Marcelinho Ramos. 

“Acredito que cumprimos nosso objetivo por enquanto. Agora é colocar em prática na quadra, para sabermos em que nível estamos e poder crescer ao longo do campeonato. Pela história dessa instituição e do estado que ela representa, não podemos querer outra coisa que não seja o máximo, para colocar a APAV de volta ao lugar de onde não deveria ter saído”, comentou o capitão Gelli. 

foto: Brasília Vôlei/Upis

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