Banco do Brasil ingressa na Superliga e CBV promete auxilio aos clubes

Patrocinador master do vôlei brasileiro há 29 anos, o Banco do Brasil estampa desde o último dia 24 sua marca na principal competição do calendário nacional. A Confederação Brasileira de Voleibol garante que essa parceria irá agregar ainda mais aos clubes, que atualmente recebem algumas coisas da entidade, como piso, bolas, passagens aéreas e taxa de arbitragem. 

“Eu fico feliz porque o Banco do Brasil, que já está com o vôlei brasileiro há tantos e tantos anos, agora de uma forma ainda mais efetiva também faz parte da nossa Superliga. Isso vai permitir que a CBV melhore ainda mais as suas entregas junto aos clubes”, disse o diretor executivo da Confederação Brasileira de Voleibol, Radamés Lattari. 

“Iniciamos nossa parceria com o voleibol brasileiro com o objetivo de rejuvenescer a marca do Banco do Brasil e assim nos aproximarmos das novas gerações de clientes. Quase trinta anos depois, o patrocínio segue pautado por critérios técnicos de valorização da imagem da instituição, reforço de sua estratégia negocial, aproximação dos clientes e instrumento de transformação social”, afirmou Antônio Rossell Mourão, gerente Executivo da Diretoria de Marketing e Comunicação do Banco do Brasil. 

Uma das novidades com a chegada do Banco do Brasil à Superliga será um piso de cor diferenciada, que será utilizado a partir dos playoffs desta temporada. Resta saber agora se a CBV irá contornar a crise envolvendo o Denk Maringá Vôlei, que está há três meses com salários atrasados, e corre o risco de abandonar a competição. Além disso, os jogadores reclamam da falta de ‘legitimidade’ em relação ao fair play financeiro dos clubes. 

foto: Divulgação

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