Superliga 2018/2019: Copel Telecom/Maringá

Rebaixado na edição passada, o Copel Telecom/Maringá ganhou sobrevida na elite nacional com a desistência do Vôlei Canoas. Sem o levantador Ricardinho, que se aposentou das quadras, a equipe não tem mais um grande nome no elenco, mas o técnico Alessandro Fadul espera construir um grupo forte e capaz de conseguir alcançar os objetivos estabelecidos pela diretoria. 

“A gente vem se preparando, montando o nosso grupo, encontrando o nosso equilíbrio para que possamos fazer uma boa temporada (...) Nosso objetivo quando colocamos o pé dentro de quadra é lutar pela vitória, lutar por cada bola, independente do adversário que vamos enfrentar”, declarou o técnico Alessandro Fadul. 

Diferente das temporadas anteriores, quando disputava apenas torneios amistosos, o Copel Telecom/Maringá resolveu encarar o Campeonato Paranaense. Após realizar uma primeira fase impecável, vencendo todos os jogos que disputou, acabou perdendo na decisão para o Caramuru Vôlei (também na elite nacional). O resultado não abalou a confiança da equipe, que tinha na competição o objetivo de dar ritmo ao elenco. 

No grupo de jogadores destaque para as chegadas do levantador Rodrigo Ribeiro, que fez boa campanha com o Corinthians-Guarulhos, e do líbero Mário Jr., que disputou a última Superliga B pelo Botafogo. Além deles, vale ficar de olho no central Rômulo, ex-JF Vôlei, e no oposto Leandrão, que estava no Moteros, do voleibol argentino. 

ANALISE

Pontos Fortes: O levantador Rodrigo Ribeiro tem talento e pode colocar o time em outro patamar.

Pontos Fracos: As inúmeras mudanças no time de uma temporada para a outra podem pesar no entrosamento

Palpite Espaço do Vôlei: Briga para permanecer na elite

foto: Divulgação

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