Exemplo para a Superliga, NBB terá transmissão em seis dos sete dias da semana

O Novo Basquete Brasil (NBB) começou neste sábado e uma das grandes novidades para a temporada 2018/2019 não estará em quadra e sim fora dela. A competição terá seis (Facebook, ESPN, Twitter, Band Sports, Fox Sports e Band) plataformas de transmissões ao vivo, algo inédito para a modalidade, sendo que haverá exibição ao vivo de partidas em seis dos sete dias da semana. 

“O NBB oferecerá algo inédito para o fã do esporte. Essa multiplataforma se destaca pela descentralização do conteúdo e pelo ineditismo em sua variada forma de distribuição. A LNB mais uma vez se posiciona de forma pioneira no mercado democratizando o basquete para a população brasileira e internacional”, disse o presidente da LNB, João Fernando Rossi, em coletiva na apresentação do campeonato. 

Com o término do contrato com o Grupo Globo (leia-se Sportv), a Liga Nacional de Basquete buscou outras emissoras. A Rede Bandeirantes, que chega ao seu terceiro ano transmitindo jogos do NBB, abriu o seu line-up com jogos aos sábados na Band TV e nas quintas-feiras com o Band Sports. Grande sucesso entre os fãs, as transmissões pela internet seguirão nesta temporada. Com o Facebook (parceiro pelo terceiro ano) tendo partidas exclusivas, às segundas-feiras, e o Twitter (renovando para um segundo ano) com duelos as quartas-feiras. 

As novidades ficam por conta da presença da ESPN, uma das casas da NBA no Brasil, que passará a transmitir jogos do NBB às terças-feiras, enquanto o FOX Sports contará com partidas nas sextas-feiras. As duas emissoras fecharam contrato com duração de dois anos. Esta edição do NBB contará com a participação de 14 equipes (Basquete Cearense, Sendi/Bauru Basket, Botafogo, Universo/CAIXA/Brasília, Corinthians, Flamengo, Sesi Franca Basquete, Joinville/AABJ, Minas Tênis Clube, Mogi das Cruzes/Helbor, Paulistano/Corpore, EC Pinheiros, São José Basketball e Vasco da Gama). 

Novamente, o basquete brasileiro, através da Liga Nacional de Basquete (associação independente da Confederação Brasileira de Basquete) mostra sua capacidade de enxergar um caminho bom para os clubes, para os jogadores e para o torcedor. A ausência da Rede Globo (maior conglomerado de comunicação do Brasil) poderia significar uma perda significativa de visibilidade (principalmente dos patrocinadores), porém os dirigentes da LNB correram atrás e ofereceram um produto de qualidade e que agrega em conteúdo as plataformas parceiras. 

Será que em breve veremos isso acontecer com o voleibol nacional, ou vamos esperar mais uma Superliga com um jogo por rodada no SporTV e algumas partidas transmitidas pela internet através do Canal Vôlei da CBV. 

foto: Luiz Pires/LNB

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