(Campeonato Mundial) Brasil não mantém ritmo e perde para a Holanda

Depois de duas vitórias, sobre Egito e França, a Seleção Brasileira acabou superada pela Holanda por 3 sets a 1, parciais de 25/21, 20/25, 20/25 e 21/25, na Arena Monbat, em Ruse, na Bulgária. Com o resultado, o time verde e amarelo caiu para o 4º lugar do Grupo B, com cinco pontos, e terá que buscar a recuperação na próxima segunda-feira, às 14h30min (horário de Brasília), diante do Canadá, com transmissão do SporTV 2. 

Depois de grande saque de Isac, Douglas abriu o placar da partida. Bem em quadra, a seleção brasileira chegou a 5 a 1, forçando o adversário a pedir tempo. O Brasil marcou 6 a 2 no placar. Com Isac em combinação rápida pelo meio, a equipe verde e amarela aumentou a vantagem. Demonstrando bom poder de reação, a Holanda buscou e, com ponto de bloqueio, encostou no placar em 10 a 11. Douglas respondeu fazendo 12 a 11. No tempo técnico, o Brasil vencia por 16 a 12. A vantagem brasileira reduziu um pouco em 17 a 14. Com bom saque de Douglas, o placar foi a 22 a 18. No final, no erro de saque do adversário, o Brasil fechou em 25 a 21. 

Kadu abriu o placar do segundo set. Os holandeses, no entanto, buscaram o jogo e estiveram no comando do marcador em 7 a 6. No bloqueio, o adversário do Brasil abriu dois em 9 a 7. No lance seguinte, com erro da seleção brasileira, 10 a 7. Renan pediu tempo. A Holanda seguiu melhor no jogo e abriu 15 a 9. A distância no placar caiu em um ponto no tempo técnico: 16 a 11. Renan mexeu no time e, no bloqueio de Maurício, o Brasil fez 14 a 17. Explorando o bloqueio brasileiro, a Holanda marcou 20 a 16. Quando chegou a 21 a 17, o técnico brasileiro parou o jogo novamente. A Holanda fez 23 a 18 e depois venceu o set por 25 a 20. 

A seleção holandesa começou melhor também no terceiro set e abriu boa vantagem em 4 a 1. Neste momento, Renan pediu tempo. Explorando o bloqueio adversário, a Holanda marcou 6 a 3. Na sequência, com ace, os holandeses chegaram a 11 a 7. Com Douglas na pipe, o Brasil conseguiu importante ponto e fez 9 a 11. No lance seguinte Wallace marcou 10 a 11 e o adversário parou o jogo. Na volta, bom saque de Lucão e Lipe pontuou, deixando tudo igual: 11 a 11. Depois de outro bom saque de Lucão, bloqueio de Maurício Souza e 12 a 11 para a seleção brasileira. Os holandeses voltaram a pontuar bem e, no saque, fizeram 15 a 13. O placar voltou a ficar igual em 16 a 16. Bem no bloqueio, a Holanda voltou a abrir: 19 a 16. Lucão marcou 20 a 22. A Holanda fechou em 25 a 20. 

Lucão abriu o marcador do quarto set. A Holanda virou e fez 3 a 2. Douglas deixou tudo igual em 5 a 5. Os holandeses marcaram 7 a 5 e, na bola de segunda, Bruninho fez 6 a 7. Pelo meio de rede, o adversário chegou a 9 a 7. No contra-ataque Lucão fez 8 a 9. No bloqueio, a seleção holandesa chegou a 11 a 8. Depois de bom saque de Lucão, 10 a 11, e, no ace do central, 11 a 11. Contando com erros da seleção brasileira, a Holanda chegou a 18 a 13. Na sequência, 19 a 15. O Brasil fez 17 a 19 e o adversário pediu tempo. Na volta, bloqueio simples de Lucas Lóh e 18 a 19. Depois de bom saque de Lucão, o bloqueio brasileiro pegou e o placar ficou igual: 21 a 21. Mas, os holandeses voltaram a pontuar e fecharam em 25 a 21. 

“Faltou volume de jogo para criarmos contra-ataque e ter oportunidades. Quando tivemos, não soubemos ter paciência de jogar, erramos e esses são pontos que, quando vacilamos, acabam pesando muito (...) Agora é já pensar no jogo de depois de amanhã, contra os canadenses, que é mais uma final para o nosso time”, disse Bruninho. 

“Em primeiro lugar, temos que dar méritos ao time da Holanda, que fez uma partida fantástica. Bem no saque, consistência no bloqueio, volume de jogo e nós não. Essa foi a grande diferença. Eles nos colocaram em dificuldade, mas sabemos que o único caminho agora é esfriar a cabeça, rever o jogo e já pensar na próxima partida”, afirmou o técnico Renan Dal Zotto, que mexeu na formação da equipe, utilizando praticamente todos os jogadores (apenas o líbero Maique não entrou em quadra). 

Equipes:

Brasil: Bruninho, Wallace, Isac, Lucão, Kadu, Douglas e Thales (líbero)
entraram: Evandro, Wiliam, Éder, Lucas Lóh, Maurício Souza e Lipe
técnico: Renan Dal Zotto

Holanda: Ter Maat, Ter Horst, Parkinson, Van Garderen, Smit, Van Haarlem e Sparidans (líbero)
entraram: Rauwerdink, Abdel-Aziz e Keemink
técnico: Gido Vermeulen

foto: FIVB/Divulgação

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