Vinicius Raguzzoni ajuda Lausanne a recuperar título na Suíça após dez anos

Depois de dez anos, o tradicional Lausanne voltou a comemorar o título da NLA, o principal campeonato da suíça. Um dos destaques da equipe foi o brasileiro Vinicius Raguzzoni, que chegou em janeiro e fez o time pular da segunda para a primeira colocação na fase regular, ficando três pontos a frente do Nafels e do Amriswill (campeão na temporada 2016/2017). 

“A equipe teve uma temporada muito boa, eu cheguei em janeiro para reforçar a equipe e para tentarmos alcançar o título. Quando cheguei a equipe estava em 2° lugar na fase regular e nas ultimas rodadas conseguimos alcançar o 1° lugar, o que nos dava a vantagem de sempre decidirmos em casa os jogos dos playoffs”, afirmou o oposto brasileiro. 

Com a primeira colocação na fase classificatória, o Lausanne encarou o Einsiedeln (8º lugar) e venceu por 2 jogos a 0 a série melhor de três. Nas semifinais, a equipe do brasileiro bateu o Chenois (4º lugar) por 2 jogos a 1, de virada, sendo o último jogo por 3 sets a 0. Na decisão (melhor de cinco jogos), o Lausanne não deu chances para o Nafels e venceu os três primeiros jogos, sendo o último por 3 sets a 1, parciais de 25/22, 25/22, 23/25 e 25/10. 

“Nas quartas ganhamos as duas primeiras partidas e matamos a série. Já nas semifinais perdemos o primeiro jogo fora de casa, porém ganhamos o segundo jogo em casa e assim forçamos um terceiro e decisivo jogo em casa o qual ganhamos e conquistamos a vaga para final. Na decisão encontramos a tradicional equipe de Nafels e ganhamos os três jogos sem a necessidade do quarto e quinto jogo (...) Nossa equipe se portou muito bem no momento decisivo, sendo uma equipe unida e focada que estava querendo muito este titulo e isto fez a diferença no final”, declarou Vinicius Raguzzoni, que ainda avaliou a experiência. 

“Para mim foi uma experiência muito bacana. Tínhamos jogadores de oito nacionalidades diferentes e mais o técnico, desta forma pude aprender um pouco com cada um, além de ser sempre bom voltar a atuar na Europa após dois anos atuando no mundo árabe. Foi muito bom poder deixar o nome marcado na história da equipe com a conquista de um título (...) Agora vou voltar para o Brasil descansar um pouco, curtir o título com a família e posteriormente começar a trabalhar para a próxima temporada ainda sem definição”, finalizou o oposto, que além do voleibol suíço passou por Qatar, França, Indonésia e Grécia. 

foto: Divulgação

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