Para que servem as estatísticas da Superliga?

Em meio a comemoração do Sada/Cruzeiro pelo titulo da Superliga 2017/2018, a Confederação Brasileira de Vôlei entregou os prêmios individuais da competição. Como vinha ocorrendo nas edições passadas, o critério usado pela entidade eram as estatísticas, porém o que se viu foram algumas mudanças de nomes entre o que aparece no site oficial da CBV e o que foi anunciado. 

Na premiação realizada no Mineirinho foram anunciados William (Sesi-SP), melhor levantador, Simon (Sada/Cruzeiro), melhor saque, Leal (Sada/Cruzeiro), melhor ataque, Maurício Souza (Sesc-RJ), melhor bloqueador, Tiago Brendle (Sesc-RJ), melhor líbero, Thales (EMS Taubaté/Funvic), melhor recepção, e Wallace (EMS Taubaté/Funvic), maior pontuador. 

Já no site oficial da CBV ocorrem algumas mudanças, como no caso de melhor bloqueador, onde o argentino Solé aparece com 74 pontos, três a mais que Maurício Souza. Outra situação que chama a atenção é a presença de Alan (Montes Claros Vôlei) como primeiro no quesito recepção (71%), sendo que Thales (nem aparece entre os cinco melhores), ou seja, o que acontece nestes casos. 

O Espaço do Vôlei não quer aqui abrir uma discussão entre quem merece ou não ganhar uma premiação individual, mas sim qual a função de se ter estatísticas públicas se existe algum fator (ou números não apresentados) para definir quem é melhor em cada fundamento. Então fica a pergunta para que as estatísticas? 

foto: Divulgação

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