sábado, 17 de junho de 2017

(Liga Mundial) Seleção Brasileira perde, de virada, para a Argentina em Córdoba

No segundo jogo da terceira semana da Liga Mundial, a Seleção Brasileira perdeu para a Argentina por 3 sets a 1, parciais de 19/25, 25/21, 25/22 e 25/19, no ginásio Orfeo Superdomo, em Córdoba. Com o resultado, o time verde e amarelo parou nos 16 pontos, mas segue na 3ª colocação da classificação geral. Neste domingo, os comandados de Renan Dal Zotto enfrentam a Sérvia, às 16h10min, fechando a primeira fase do torneio.

O Brasil começou contando com erros do adversário e abriu 3 a 0. A Argentina marcou o primeiro ponto no bloqueio. Com Lucarelli, a seleção brasileira marcou 6 a 2 e o técnico adversário pediu tempo. Na volta, Wallace fez 7 a 2. Lucão bloqueou e levou o placar a 8 a 2. Com ponto de bloqueio de Maurício Borges, 10 a 3. Em boa passagem de Toro pelo saque, os argentinos diminuíram a diferença no placar (6 a 10). Borges pontuou no saque e o Brasil chegou a 13 a 7. Lucão fez 16 a 11. Quando a equipe brasileira chegou a 19 a 13, o adversário pediu mais um tempo. Na volta, Bruninho bloqueou e marcou 20 a 13. No bom saque de Evandro, o Brasil marcou 24 a 17 e com Lipe, 25 a 19.

A Argentina voltou com ritmo melhor no segundo set e, com Ramos, colocou um de vantagem em 3 a 2. Com Wallace explorando o bloqueio adversário, o Brasil deixou tudo igual (5 a 5). Bem no bloqueio e embalada pela torcida, a seleção argentina marcou 8 a 6. A vantagem do time da casa aumentou em 10 a 7. No bloqueio de Solé, a Argentina chegou a 13 a 9 e Renan Dal Zotto pediu tempo. Com mais dois pontos de bloqueio seguidos, os argentinos fizeram 15 a 9. E no erro do Brasil, 16 a 9. Superior em quadra, os donos da casa chegaram a 19 a 11 no ponto de saque de Toro. O placar esteve em 22 a 17 favorável aos argentinos. Com ponto de saque de Bruninho, o Brasil reduziu a desvantagem para 19 a 22. Mas, o time da casa administrou a vantagem e fechou em 25 a 21.

Assim como no primeiro set, a seleção brasileira saiu na frente e abriu 3 a 0. A Argentina buscou e chegou ao empate em 3 a 3. Com Wallace na saída de rede, o Brasil marcou 5 a 4. A vantagem passou a ser de dois pontos em 8 a 6. Wallace pontuou mais uma vez, a seleção brasileira fez 10 a 7, e o adversário pediu tempo. A diferença passou a ser de quatro pontos: 11 a 7. A equipe da casa reduziu a diferença no marcador para 13 a 15. A Argentina reagiu, empatou em 16 a 16 e Dal Zotto pediu tempo. O time da casa assumiu o comando do marcador e colocou dois de vantagem em 20 a 18. O adversário marcou 21 a 18 e o Brasil pediu tempo. Os argentinos ainda seguiram melhores em quadra e fecharam em 25 a 22.

Embalados pela torcida, que lotou o ginásio, os argentinos abriram 4/2 logo no início do quarto set. Toro marcou 6 a 3 e Renan Dal Zotto parou o jogo com pedido de tempo. No primeiro tempo técnico, a diferença no placar era de três pontos a favor dos donos da casa (8 a 5). Com Éder, o Brasil fez 7 a 9. Lipe fez 8 a 9. Com Lipe novamente, a seleção brasileira empatou (9 a 9) e a Argentina pediu tempo. Wallace virou o marcador a favor da equipe brasileira: 10 a 9. A seleção da casa voltou a pontuar e depois de bom saque de Bruno, fez 12 a 10. A Argentina ainda marcou 13 a 10 e o Brasil pediu tempo. O placar ainda foi a 15 a 11. Com Solé, os argentinos fizeram 16 a 12. A seleção da casa seguiu impondo seu jogo e abriu boa vantagem em 21 a 15. No final, a Argentina fechou em 25 a 19.

“Já sabíamos que seria uma partida bastante equilibrada e difícil. Jogar contra a Argentina é sempre um clássico internacional. Jogamos um primeiro set muito bom, depois pecamos em excesso de erros e o erro custa caro. Eles fizeram um jogo brilhante, jogaram muito bem, mas isso também não justifica a nossa condição de ter errado mais do que o normal (...) Temos que corrigir os erros rapidamente para amanhã, mas, independentemente de qualquer coisa, a Argentina merece parabéns pelo grande jogo. Eles tiveram calma e tranquilidade para jogar o tempo todo, principalmente nos contra-ataques. Nós tivemos um bom percentual de virada de bola, mas a Argentina esteve mais equilibrada no contra-ataque. Isso faz diferença em uma partida tão disputada”, analisou o técnico Renan Dal Zotto.

Equipes:

Brasil: Bruninho, Wallace; Lucão, Mauricio Souza; Lucarelli, Mauricio Borges e Thiago Brendle (líbero)
entraram: Raphael, Evandro, Lipe e Éder
técnico: Renan Dal Zotto

Argentina: De Cecco, Ramos; Solé, Crer; Poglajen, Toro e Fernández (líbero)
entraram: Gonzalez, Johansen, Bruno, Zanotti e Cavanna
técnico: Julio Velasco

foto: FIVB/Divulgação

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