quarta-feira, 26 de abril de 2017

Dentro e fora de quadra, Brasil Kirin avalia temporada 2016/2017

A temporada 2016/2017 do Brasil Kirin chegou ao final no último sábado, quando a equipe comandada por Horacio Dileo foi eliminada nas semifinais da Superliga pelo Sada/Cruzeiro. Para a diretoria, a sensação, mais uma vez, é de dever cumprido, não só pelos resultados apresentados dentro de quadra, mas também pelo que o time campineiro mostrou fora das quatro linhas, reforçando a identidade com a cidade e trabalhando em ações sociais.

“Para nós é motivo de orgulho sermos lembrados por este tipo de trabalho. Desde que iniciamos o projeto, em 2010, temos a missão de mostrar que o esporte pode ser referência na parte social. Por isto, tornamos esta parte um dos pilares no nosso projeto, ao lado do alto rendimento e das categorias de base, onde trabalhamos a formação humana e técnica dos jogadores”, comentou Maurício Lima, embaixador do Vôlei Brasil Kirin.

Um dos destaques nesse quesito foi a arrecadação de alimentos não perecíveis nos jogos disputados no ginásio do Taquaral. Na temporada 2016/2017, foram aproximadamente 20 toneladas, distribuídas para 119 entidades de Campinas através do Banco de Alimentos. O time campineiro também levantou bandeiras contra a exploração infantil, vestiu as cores rosa e azul para alertar a prevenção ao câncer de mama e de próstata, respectivamente, e participou da Campanha do Agasalho 2017, entre outras ações pontuais.

Dentro de quadra, o Brasil Kirin disputou quatro competições: Copa São Paulo, Campeonato Paulista, Copa do Brasil e Superliga, chegando às semifinais em todas elas. O momento agora é de planejar a próxima temporada e a idéia é não fugir da política de ‘pés no chão’, dependendo do orçamento que o time terá. Especula-se que o campeão olímpico Maurício Souza e o líbero Tiago Brendle já estejam acertados com o Sesc-RJ.

“Acho que conseguimos, na prática, uma coisa que é muito desejada no mundo esportivo: o destaque do trabalho em equipe. Juntos, conseguimos fazer com que nosso time fosse construído não pela soma das individualidades, mas como um conjunto. Essa foi nossa principal marca na temporada ”, opinou o coordenador técnico, André Heller. 

“Tínhamos o objetivo de ficar entre os quatro melhores e conseguimos cumpri-lo. Vinhamos de um vice-campeonato, a responsabilidade era grande, mas conseguimos montar um time competitivo e, principalmente, comprometido com os valores do nosso projeto, o que me deixa mais satisfeito”, encerrou Maurício Lima.

foto: Brasil Kirin/Divulgação

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