CBV trabalha por ‘naming rights’ para a próxima edição da Superliga

A Confederação Brasileira de Vôlei vem buscando se alinhar aos clubes para tentar melhor o ‘produto’ Superliga. Durante essa temporada, várias equipes reclamaram de questões envolvendo direitos de transmissão, ranking, e até mesmo questões políticas envolvendo a entidade. Sendo assim, a CBV trabalha para vender os ‘naming ringhts’ da competição.

No futebol já é bem clara a presença de empresas que patrocinam diretamente o evento e em outros esportes podemos colocar o basquete como exemplo, que tem o NBB desta temporada ligado a Caixa Econômica Federal. Especula-se que a aquisição disso elevaria a qualidade da Superliga, principalmente de forma estrutural, onde os ginásios seriam mais padronizados.

Quem está a frente das negociações é o diretor comercial e de marketing da CBV, Douglas Jorge, que vê com bons olhos essa iniciativa, que não podia ser feita anteriormente devido a contratos com a televisão. O momento financeiro do país não é dos melhores, mas investir no esporte pode ser um saída interessante para um retorno direto de marca.

foto: Divulgação

Comentários

  1. O Vôlei é sem dúvida um dos esportes que tem mais espaço para crescer no Brasil e o que tem sem dúvida o melhor potencial de venda para seus torcedores, pois leva famílias aos ginásios, leva crianças de ambos os sexos ( que compram o sonho de virarem jogadores ), eu dou muito mais credibilidade a uma marca/empresa que investe em um esporte organizado, diciplinado e acredito que a tendência desse tipo de valorização no Brasil vai aumentar cada vez mais.

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