terça-feira, 24 de janeiro de 2017

A medalha de ouro de Londres/2012 e as reuniões na FIVB

No último domingo, em meio a uma homenagem a Bernardinho, no programa Esporte Espetacular, da Rede Globo, o ex-jogador Giba, que atualmente é presente da comissão de atletas da Federação Internacional de Vôlei, afirmou estar atento a questões envolvendo a possibilidade da Seleção Brasileira herdar a medalha de ouro dos Jogos Olímpicos de Londres/2012. Isso porque, sete jogadores da Rússia estariam envolvidos com doping na analise do professor Richard McLaren, que revelou o sistema de dopagem russo.

Giba viaja na próxima quinta-feira para a Suíça (sede da FIVB), onde terá algumas reuniões com membros da comissão de atletas, mas explicou que sua primeira abordagem será de conhecer melhor o caso. De certo, é que mais de mil atletas russos estariam no esquema de dopagem e que uma mudança de medalhas, principalmente olímpicas, levaria tempo e muitos processos burocráticos envolvendo várias entidades.

Enquanto isso, a FIVB vem realizando algumas reuniões de olho no calendário e na possibilidade de adequar o voleibol a televisão. Principais representantes de Brasil, Rússia, Itália, Polônia, China, Japão, Coréia e Turquia estiveram colocando suas idéias e de como funcionam suas ligas nacionais, já que existe o interesse de se fazer algo uniforme que não atrapalhe clubes e seleções.

A possibilidade de se fazer um jogo de voleibol durar no máximo duas horas voltou a ser pauta, mas ainda não tem o apoio da grande maioria, já que algumas ligas como a italiana, polonesa e a russa se sustentam perfeitamente sem a televisão. Por outro lado, o Brasil ainda acredita na força da TV para viabilizar a criação de equipes através do patrocínio/mídia.

Resta esperar para ver, mas a FIVB deve ainda este ano lançar alguma novidade no que diz respeito ao tempo de jogo. A saída dos dois tempos-técnicos obrigatórios já é considerado positivo, porém ainda se pensa na possibilidade de mudanças em outros quesitos como substituições e pedidos dos capitão quanto a rotação da equipe (muitas vezes utilizado como catimba).

foto: Divulgação

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