terça-feira, 14 de junho de 2016

CBV observa mercado interno e projeta licenciamento de produtos

A Confederação Brasileira de Vôlei espera lançar ainda neste primeiro semestre dois novos projetos com a intenção de aproximar ainda mais a modalidade do torcedor. O primeiro deles é o licenciamento de produtos com a marca da entidade, tendo como foco principal a Seleção Brasileira, enquanto o segundo está em um programa de sócio-torcedor (pagamento de mensalidade, como um clube de vantagens).

“A ideia é licenciar produtos da Seleção Brasileira. E, a partir da próxima edição da Superliga, fazer licenciamento de materiais dos clubes (...) Me chateia chegar aos nossos eventos e ver as pessoas usando camisa da seleção de futebol. Por que não usar a do vôlei? Há uma demanda (...) Não temos previsão de chegar às lojas do varejo, mas é uma possibilidade”, declarou o CEO da CBV, Ricardo Trade, mais conhecido como Baka, em entrevista a Máquina do Esporte.

A entidade pretende lançar no mercado itens básicos, como cadernos, camisas, bolsas, mochilas, e até algo para atrair o público infantil, como mascotes de pelúcia do Zecaré (vôlei) e do Siribol (vôlei de praia). Entretanto, uma parceria com a Olympikus (fornecedora de material esportivo) é necessária no caso de venda da camisa oficial da seleção, sendo que uma loja virtual está no projeto.

No caso do sócio-torcedor, nada mais é do que alguns clubes já fazem, como Bento Vôlei, Apan/Blumenau e diversos times de futebol. A CBV pretende oferecer experiências para quem comprar a idéia, criando alguns atrativos, como encontro com jogadores, ida a treinamentos, etc.

foto: CBV/Divulgação

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