terça-feira, 10 de maio de 2016

Corte financeiro no Brasil Kirin chega a 50% e diretoria libera jogadores

Não está sendo nada fácil a vida do embaixador Maurício Lima, do coordenador técnico André Heller e do supervisor Fernando Maroni na busca de novos parceiros para manter a equipe do Brasil Kirin competitiva na temporada 2016/2017. Nos bastidores se fala que a marca de bebidas diminuiu seu investimento em 50% e por conta disso todos os jogadores foram liberados.

Mesmo com o vice-campeonato da Superliga passada, o cenário para novos parceiros não é dos melhores devido a crise existente no Brasil. Existe quem aposte em um time formado por atletas oriundos da base, com alguns jogadores dispostos a entrar em um teto salarial bem mais baixo do que o aplicado na temporada passada. Até o momento já deixaram o clube, o técnico Alexandre Stanzioni (dispensado) e o ponteiro Lucas Loh, que foi para a Funvic/Taubaté.

Os três dirigentes sabem que uma diminuição tão significativa no orçamento impediria que o time brigasse por qualquer conquista e por isso lutam diariamente para um novo suporte financeiro. Alguns destaques, como o levantador Demian González, o líbero Tiago Brendle e o oposto Wallace teriam propostas do voleibol europeu, sendo que o argentino ainda poderia voltar para a UPCN. Já nos casos do ponteiro Piá e o central Michael o mercado asiático estaria de olho.

foto: Carlos Bassan/Prefeitura de Campinas

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