quinta-feira, 14 de abril de 2016

Fisioterapia na recuperação de atletas

Priscila de Mello, Larissa Lisboa, Natália Boneti Moreira

O voleibol está entre os esportes mais praticados no Brasil, sendo o segundo mais popular. Este esporte proporciona inúmeros benefícios, mas exige esforço físico e sua prática excessiva, muitas vezes expõe o praticante a lesões desportivas, que afetam principalmente o sistema osteomioarticular à medida que o atleta busca superar seus limites.

Existem vários tipos de lesões que podem ser causadas no atleta de voleibol, sendo a articulação do ombro a mais lesionada, por ser a mais utilizada. Alguns estudos indicam que entre 40% e 50% dos jogadores profissionais de vôlei, sofrem com dores no ombro. A maior parte das lesões é provocada por excesso de uso ou treinamentos mal executados, podendo gerar interrupção das atividades ou até a aposentadoria precoce do atleta.

Devido a esses problemas, em 1969 surgiu oficialmente a Fisioterapia esportiva, para uma atuação preventiva e de reabilitação, utilizando recursos como: eletroterapia, crioterapia, hidroterapia, massoterapia, cinesioterapaia, etc. cujas finalidades são: combater dores, edemas, além de promover recuperação muscular, tendinosa e articular.

Deste modo, o profissional fisioterapeuta pode proporcionar condições adequadas para o atleta, promovendo a melhora do seu desempenho, possibilitando o alcance do máximo desempenho, além de possibilitar o retorno do atleta ao esporte após a lesão, com melhora da agilidade, da força, da coordenação e da confiança.

* Nota elaborada na disciplina de Fisioterapia Esportiva na Faculdade Dom Bosco, sob orientação da Prof. Natália Boneti Moreira. O Espaço do Vôlei se dispôs a divulgar o material acadêmico.

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