domingo, 27 de março de 2016

A difícil interação entre o voleibol e o vídeo game

No início deste mês, o pessoal da Revista Voleishow publicou um saudoso post na sua página no facebook sobre o Super Volleyball Sega Mega Drive, que alegrou aos maníacos por vôlei e vídeo game nos anos 90. Aproveitando isso, fomos buscar informações sobre as dificuldades e, até mesmo, o interesse de se ver nos dias atuais um jogo desse tipo com gráficos melhores.

Nos anos 90, o Mega Drive, da Sega, era um dos consoles mais comercializados no mercado e entre seus títulos de jogos estava o Super Volleyball, que trazia gráficos interessantes para a época e uma jogabilidade bem básica, porém muito divertida. Nos anos 2000 surgiu o International Volleyball, com destaque para a edição de 2009, que trazia várias seleções, e dava um ar mais profissional ao jogo. Ultimamente, vimos o voleibol incluído no título que trazia as modalidades dos Jogos Olímpicos/Londres 2012.

Já falamos anteriormente sobre a dificuldade do voleibol em ingressar em mercado como o de álbum de figurinhas ou de fantasy game (leia-se jogos online no estilo Cartola FC). No caso do vídeo game, o grande diferencial está no interesse das produtoras de desenvolver atualmente (custo alto de realização) um produto que pode não abranger muitas pessoas. Jogos como Fifa e Pro Evolucion tem o apelo no mundo inteiro, enquanto NBA, Madden e NHL fazem grandes números no mercado norte-americano.

Vimos algum tempo atrás a criação do Super Vôlei Brasil, que trazia vários jogadores da seleção verde e amarela em gráficos bem bacanas, disputando partidas de duplas. Uma iniciativa muito válida, mas com uma atmosfera mais artística do que pensando em atrair os aficionados por jogos. Podemos esperar algo para os Jogos Olímpicos/Rio 2016, com expectativa de contar com pelo menos as principais seleções do mundo.

foto: Divulgação

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