quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

Leal consegue naturalização, mas Seleção Brasileira ainda é algo distante

Depois de muita conversa e burocracia, o nome de Yoandy Leal Hidalgo apareceu publicado no Diário Oficial da União, confirmando assim seu pedido de naturalização. Considerado um dos melhores jogadores em atualidade no Brasil e o grande nome do último Mundial Interclubes, o ponteiro do Sada/Cruzeiro ainda terá que passar por algumas etapas até vestir a camisa da Seleção Brasileira.

Leal, que já havia recebido no dia 26 de junho o visto de permanência no país, onde está desde 2013, ainda terá que retirar RG e passaporte, porém para jogar pelo Brasil a situação não é das mais fáceis. De acordo com as regras da Federação Internacional de Vôlei, o atleta, além de se naturalizar, terá que conseguir liberação junto a sua antiga federação para depois iniciar seu registro junto a FIVB, que teria u prazo de dois anos para ser aceito pela entidade.

Após o duelo contra o Juiz de Fora, na última partida do Sada/Cruzeiro no ano, Leal, que tem 27 anos, mostrou que está feliz com a naturalização, mas não quis entrar no assunto Seleção Brasileira. Já o técnico Bernardinho não fala publicamente sobre o assunto, ainda mais por não ter uma posição oficial nem da CBV e, muito menos da FIVB.

Muito se fala no caso do também cubano Juantorena, que este ano começou a defender a Itália, porém o jogador precisou esperar o prazo de dois anos para vestir a camisa da tradicional seleção europeia. Um caso parecido com o de Leal é o de Leon, do Zenit/Karan, da Rússia, que se naturalizou polonês, e ainda espera o aval da FIVB para saber se estará nos Jogos Olímpicos do Rio/2016.

foto: Alexandre Arruda/CBV

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