segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Com a experiência de quem já ganhou a Superliga B, Monte Cristo está de volta

Em 2013, o Alfa/Monte Cristo, de Goiânia, conquistou a Superliga B e garantiu um ligar na elite nacional. Entretanto, com a falta de recursos e parceiros, a equipe acabou se transferindo para Monte Claros, sendo que atualmente não existe mais nenhuma ligação entre o time do Centro-Oeste e a equipe mineira que disputa a Superliga 2015/2016.

Sempre a frente do projeto, o técnico Paulo Martins retomou os trabalhos em 2014 fomentando as categorias de base. Este ano, a equipe goiana deu um passo importante para voltar ao cenário nacional quando ganhou a Copa Centro-Oeste da Liga Nacional Sub-23, chegando a fase decisiva, que foi disputada em Maceió. Com o ingresso na Superliga B, o Montecristo espera aumentar a presença do esporte na região.

“O clube retomou os trabalhos em 2014 visando a implantação e o fortalecimento das categorias de base, retomar o projeto em Goiânia sempre foi o nosso objetivo e termos conseguido nos deixa motivados a torná-lo contínuo e sustentável, a ideia e retornarmos o voleibol do nosso estado ao cenário nacional e criarmos uma referência na modalidade. Hoje contamos com o apoio de uma grande torcida, o governo do estado e algumas empresas privadas”, declarou Paulo Martins.

Com a média de idade de 23 anos, o Montecristo conta no seu elenco com jogadores conhecidos da torcida local como os ponteiros Danilo e Vivalde; o central Lucas Gil, o levantador Hítalo e o oposto Legran. Também no grupo estão os central Alisson e Fernando, além do oposto Hudso, que estava na Climed/Atibaia.

“Estamos retomando o trabalho com o objetivo de disputar entre os quatro primeiros colocados, sabemos que o nível da competição será maior do que as edições anteriores mas mesmo assim apostamos no trabalho e na mistura entre atletas mais experientes com a moçada mais jovem”, afirmou o treinador de Montecristo, que ainda falou sobre o desenvolvimento do projeto.

“O clube tem desenvolvido ideias inovadoras que tragam sustentabilidade para o mesmo para que não fiquemos dependendo ou reféns apenas de patrocínios, estamos criando a –Coopervôlei - cooperativa do vôlei com o intuito de gerarmos receitas para o sustento do trabalho através de vendas, prestação de serviços e montagens de escolinhas que tragam receita e forme novos atletas”, concluiu.

foto: CBV/Divulgação

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