terça-feira, 3 de novembro de 2015

Superliga 2015/2016 é lançada oficialmente no Rio de Janeiro

Nesta terça-feira, no Centro Cultural Banco do Brasil, no Rio de Janeiro, foi lançada oficialmente a 22ª edição da Superliga. Com a presença de representantes das 24 equipes participantes da competição, sendo 12 em cada naipe, o lançamento reuniu grandes nomes do voleibol nacional. O clima de confraternização ficou evidente no local e agora é esperar muita emoção dentro da quadra.

No naipe masculino estarão na disputa: Sada/Cruzeiro (atual campeão), Sesi-SP, Funvic/Taubaté, Minas Tênis Clube, Brasil Kirin, Copel Telecom/Maringá, Lebes/Gedore/Canoas, Juiz de Fora Vôlei, Voleisul/Paquetá Esportes, Bento Vôlei/Isabela, São José dos Campos e Montes Claros.

“Temos em quadra vários campeões mundiais e olímpicos, o que nos garante um ótimo nível de competição. Certamente a Superliga será um espetáculo”, avaliou o diretor de Competições de Quadra da CBV, Radamés Lattari.

Na partida de abertura da Superliga 2015/2016, o Brasil Kirin recebe o Copel Telecom/Maringá, no próximo sábado, às 13h, no ginásio Taquaral, com transmissão do Sportv. O Espaço do Vôlei faz um resumo de cada equipe participante desta temporada e em breve lançará um especial de cada clube.

Sada/Cruzeiro: Campeão Mundial de Clubes no último final de semana, o time celeste entra novamente como favorito ao título nacional. A diretoria manteve a base que vem atuando junta faz por um bom tempo, com destaque para o ponteiro Leal, hoje um dos principais atacantes do país, e o levantador Willian, líder em quadra e responsável por jogadas de estremo talento.

Sesi-SP: Vice-campeão Paulista, o time da Vila Leopoldina entra na disputa querendo mostrar que continua forte. Murilo, principal estrela da equipe, já andou nas últimas partidas desequilibrando em momentos importantes, porém as recuperações de Sidão e Thiago Alves são as grandes preocupações do técnico Marcos Pacheco para essa temporada.

Funvic/Taubaté: Campeão Paulista, a equipe do Vale do Paraíba conta com dois ponteiros fortes, casos de Lucarelli e Lipe, porém tem alguns pontos que fazem o técnico Cezar Douglas trabalhar muito. Leozão foi o oposto titular em todo o Estadual, porém a diretoria contratou o cubano Sanchez e ainda sonha com o canadense Gavin Schmidtt. Por outro lado, Riad passou por uma cirurgia e só deve retornar em fevereiro.

Minas Tênis Clube: Grande surpresa da edição passada quando chegou as semifinais, a equipe de Belo Horizonte conseguiu manter o técnico Nery Tambeiro e dois jogadores fundamentais para a campanha, casos do oposto cubano Escobar e do ponteiro Bruno Canuto. No Mineiro fez grandes jogos contra o Sada/Cruzeiro, mas acabou vice-campeão, resta saber agora como será na Superliga.

Brasil Kirin: Sempre com elencos bem montados, o time de Campinas parece não conseguir dar o salto de qualidade na reta final. Para melhor isso vieram o romeno Olteanu e o argentino Gonzalez, acostumados a chegar a decisões na Argentina, além do jovem ponteiro Lucas Loh, que vem sendo convocado por Bernardinho, e pode acabar ganhando uma vaga nos Jogos Olímpicos.

Copel Telecom/Maringá: O orçamento da temporada passada para essa diminuiu, mas o time paranaense parece mais encaixado, pelo menos no papel. Ricardinho segue sendo líder dentro e fora de quadra, o ponteiro Thiago Sens chega para ser protagonista na equipe, enquanto o japonês Tatsuya Fukuzawa é a grande aposta para a equipe ter volume de jogo no fundo de quadra.

Lebes/Gedore/Canoas: Campeão gaúcho, a equipe conta com o experiente levantador Sandro, com o forte oposto Dennis e com jovens que já deram o que falar na edição passada, casos do ponteiro Alê e dos centrais Victor Hugo e Matheus. Acostumado a montar bons elencos, o treinador Marcelo Fronckowiak tem currículo para fazer os gaúchos subirem mais um degrau.

Juiz de Fora Vôlei: Depois de uma parceria frustrada com o Flamengo, a UFJF foi se remodelar dentro e fora de quadra para tentar trazer novos apoiadores ao time. Alessandro Fadul comanda um elenco recheado de jovens, com destaque para o central Diego Almeida, que foi campeão espanhol pelo Almeria, e para o experiente ponteiro Renato Hermaly, ex-Unincor/Três Corações.

Voleisul/Paquetá Esportes: Após bater na trave para ingressar nos playoffs na edição passada, o time de Novo Hamburgo se reforçou com jovens dispostos a deixarem de ser coadjuvantes e virarem protagonistas, como o ponteiro Mão e o oposto Franco. Além disso, atletas experientes como Samuel, Acácio e Rafinha dão o equilíbrio necessário para não deixar a inexperiência tomar conta.

Bento Vôlei/Isabela: De volta a elite nacional, o vice-campeão da Superliga B chega com cara de time A. Além de contratar o técnico Paulão, os dirigentes do clube da Serra gaúcha repatriaram o levantador Marlon e trouxeram o oposto Rivaldo. O vice-campeonato estadual foi dolorido, após uma campanha invicta na fase classificatória, porém as boas atuações chamam a atenção.

São José dos Campos: Com um elenco recheado de cascudos (jogadores rodados e acostumados a decisões), como Lorena, Mario Jr., Rodriguinho e Diogo, o time do Vale do Paraíba pensa grande, tanto que fez jogo duro contra o Sesi-SP na semifinal do Paulista. O técnico Leonardo Carvalho sabe que ainda precisa deixar o time mais preparado, até psicologicamente, mas o caminho está traçado.

Montes Claros: Tendo uma das torcidas mais fieis e empolgadas da Superliga, o Pequi Atômico vira o time a ser batido dentro de casa. O técnico Marcelinho Ramos mostra que tem o elenco na mão, com destaque para o oposto André Nascimento, tanto que a eliminação na semifinal do Mineiro não abalou uma campanha considerada acima da média para um início de temporada.

foto: Alexandre Arruda/CBV

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