domingo, 23 de agosto de 2015

Ary aposta na infraestrutura do Vôlei Canoas para acelerar retorno às quadras

Sessões de fisioterapia, hidroginástica, acompanhamento personalizado e equipamentos de ponta. Estas foram algumas das razões que atraíram o ponteiro Ary a assinar com o Vôlei Canoas nesta temporada. Isto porque o atleta tem duas lesões no braço direito que o atormentam. A última, que limita os movimentos do ombro, forçaram-no a fazer uma cirurgia ao final da temporada passada. Para se recuperar, o atleta apostou na infraestrutura do clube gaúcho, e agora acelera o retorno às quadras para retribuir a atenção que recebe fora dela.

Ary acompanha os colegas todos os dias na academia de musculação. Porém, na hora do trabalho com bola, ele tem de observar do lado de fora, enquanto realiza a série de exercícios de fortalecimento muscular. O objetivo traçado pelo departamento médico e de fisioterapia do Vôlei Canoas, comandados pelo médico Fábio Krebs e o fisioterapeuta Luiz Henrique Peres, é recuperar a amplitude de movimentos do ombro direito e, em seguida, implementar o aspecto coordenativo e dar ganho de força para que ele volte a atuar com segurança. 

“Neste primeiro mês, estamos recuperando a amplitude do ombro e, no próximo, priorizaremos as questões de técnica e de força. A meta é dar condições para que volte a fazer o trabalho técnico com o grupo até meados de outubro”, projeta Peres.

Um dos trabalhos considerados essenciais é a terapia na piscina. Ao menos uma vez por semana Ary realiza a recuperação com o acadêmico de fisioterapia Douglas Ames na área de hidroginástica do Unilasalle. De acordo com o profissional, as propriedades físicas da água aceleram a recuperação do atleta:

“Elas facilitam os movimentos de flexão e abdução, que ficaram comprometidos após a lesão do Ary. Além disso, a temperatura constante em 34ªC ajuda a relaxar a musculatura e permite que façamos os trabalhos físicos sem grandes consequências”, afirma Douglas.

O tipo de lesão de Ary, no manguito rotador, limita as ações de ataque do atleta, principalmente por ser um ponteiro. Tanto que, já sentindo os efeitos do problema, teve de jogar como líbero em algumas partidas do Brasil Kirin, na temporada passada. Antes ainda, na temporada 2012/2013, ele teve de fazer outra operação, no bíceps, para corrigir um problema que o afastou do Mundial Juvenil de 2011. A necessidade de uma plena recuperação e as ótimas referências que teve sobre o trabalho integrado do clube gaúcho, fizeram-no acreditar no projeto do Vôlei Canoas.

“Muitos jogadores me falaram muito bem da comissão técnica e do departamento médico e de fisioterapia, o que pude comprovar pelo tratamento que recebo. Estou confiante na plena recuperação e espero retornar logo ao ritmo de jogo para fazer uma boa temporada”, disse Ary.

foto: Matheus Beck/Vôlei Canoas

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