domingo, 26 de julho de 2015

(Jogos Pan-Americanos) Brasil briga muito com Argentina, mas fica com a prata

A Seleção Brasileira encerrou sua participação nos Jogos Pan-Americanos de Toronto, no Canadá, com a medalha de prata. A equipe comandada por Rubinho acabou perdendo a final para a Argentina por 3 sets a 2, parciais de 25/23, 18/25, 19/25, 25/23 e 15/8. Mesmo com a derrota, o vice-campeonato foi considerado um bom resultado, já que o elenco era formados, em sua maioria, por jovens talentos, e o adversário estava com seu time principal.

A Argentina começou melhor e fez 2 a 0. Contando com erros do Brasil, o adversário chegou a 6 a 2. Quando os argentinos fizeram mais um ponto, Rubinho pediu tempo. No ace de Renan, a vantagem adversária caiu para 8 a 5. Com Maurício Souza, o placar foi para 8 a 6. Ainda com o Brasil cometendo muitos erros, a Argentina fez 12 a 7. Otávio conseguiu bom bloqueio e o placar foi para 12 a 10. A vantagem se manteve em dois (15 a 13) e, depois, aumentou para quatro (18 a 14). Quando o placar apontou 19 a 14, Rubinho parou o jogo. A vantagem caiu para 20 a 17. Em boa passagem de Maurício Souza pelo saque, o placar foi para 21 a 19. No final, o Brasil encostou em 24 a 23, mas a Argentina fechou em 25 a 23.

Com o oposto Renan marcando os dois primeiros pontos para o Brasil, 2 a 1 no começo do segundo set. A seleção brasileira chegou a 4 a 2. Renan seguiu com bom aproveitamento e a equipe verde e amarela fez 6 a 4. Agressivo no saque, o time da Argentina assumiu o comando do placar em 8 a 7. O jogo ganhou ainda mais equilíbrio e, com Renan, 10 a 10. No ponto de saque de Otávio, 14 a 13 para a seleção brasileira. Um de vantagem ainda em 17/16. Com boa atuação de Renan, 19 a 16. Contando com erros dos argentinos, Brasil abriu quatro pontos (20 a 16). No bloqueio de Douglas, 22 a 17. No final, com Maurício Borges, 25 a 18.

O ponteiro Douglas abriu o placar do terceiro set e, com bloqueio, fez 2 a 0. O terceiro do Brasil também foi de Douglas (3 a 1). Com o Renan pontuando bem, a seleção verde e amarela chegou a 11 a 7 e a Argentina pediu tempo. Eficiente no bloqueio, o Brasil fez 13 a 7. Com o central Otávio, a equipe brasileira chegou a sete pontos de vantagem: 16 a 9. O time dirigido pelo técnico Rubinho seguiu bem, no comando do marcador (18 a 12). Quando os brasileiros fizeram 23 a 16, a Argentina pediu tempo. Mais uma vez com Maurício Borges, o Brasil fechou o set em 25 a 19.

A Argentina abriu o quarto set com ponto de saque de Conte. No ace de Douglas, o Brasil assumiu o comando do placar em 5 a 4. Com dois pontos seguidos do central Maurício, a equipe verde e amarela abriu cinco de vantagem: 10 a 5. A seleção brasileira seguiu no domínio da parcial (13 a 9). A Argentina aproximou no placar em 13 a 11, mas os jogadores do Brasil não permitiram a reação adversária e fizeram 15 a 12. O jogo ganhou emoção no empate em 17 a 17. O oposto Renan colocou o Brasil com um de vantagem em 19 a 18. O argentino Conte deixou tudo igual em 20/20. Novo empate em 22 a 22. Com Douglas, o Brasil fez 23 a 22, mas a Argentina virou em 24 a 23 e fechou em 25 a 23.

Os argentinos abriram o set decisivo e ainda fizeram 3 a 0. Neste momento, Rubinho pediu tempo. A Argentina fez 4 a 2. A vantagem ainda foi para 6 a 2. O Brasil se recuperou e fez 6 a 4. Na troca de quadra, os argentinos venciam por 8 a 5. Quando o adversário chegou a 10 a 6, o técnico do Brasil pediu tempo. Mas os argentinos não deram chances aos brasileiros no tie break e fecharam em 15 a 8.

“O jogo foi bom. Da metade do quarto set para frente, falhamos bastante e não conseguimos nos reorganizar e fazer o que estava sendo feito de forma positiva. Eles fizeram algumas trocas positivas, que surtiram efeitos, e cresceram pela experiência do time. Nós estamos falando de um time que, daqui a dois meses, vai disputar uma vaga para os Jogos Olímpicos, e de outra que talvez alguns sejam chamados para fazer parte da equipe principal. A diferença é gritante nesses aspecto”, explicou o técnico Rubinho.

“Tivemos a oportunidade de fechar a partida no quarto set, não conseguimos e isso nos custou a partida. Não conseguimos aproveitar a oportunidade que apareceu (quando o Brasil chegou a ter a vantagem de 16/9 no quarto set), e agora temos que olhar para frente. Essa foi uma competição muito importante para a seleção”, afirmou o líbero Tiago Brendle, que teve uma ótima apresentação durante toda a competição.

foto: William Lucas/Inovafoto/CBV

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