sábado, 11 de abril de 2015

(Decisão Sada/Cruzeiro x Sesi-SP) Os levantadores William e Marcelinho

A Confederação Brasileira de Vôlei publicou nos dias que antecedem a grande final da Superliga 2014/2015 uma espécie de raio-X dos titulares de Sada/Cruzeiro e Sesi-SP. O Espaço do Vôlei reproduz esse material que mostra o que as pessoas podem esperar do jogão do próximo domingo, às 10h, no Mineirinho, que terá transmissão da Rede Globo, Sportv e Rede TV.

Com 35 anos, o paulistano William Arjona chega com o moral de ter sido o melhor levantador do primeiro turno, do segundo turno e, também, de toda a fase classificatória de acordo com as estatísticas oficiais da CBV. Um dos principais ídolos da torcida cruzeirense e um dos maiores destaques da Superliga 2014/2015, William relembra a final da temporada passada, quando o seu time ganhou o título justamente em cima do Sesi-SP, como um dos momentos mais marcantes vividos na competição.

“A final do ano passado foi incrível. Estávamos em casa, com o Mineirinho cheio, e conquistar aquele título foi muito bacana. Mas, sem dúvida, o momento mais marcante foi quando peguei a minha filha, Nina, no colo, ainda na quadra. Ela estava com sete meses e pude comemorar aquela conquista com ela bem perto. Foi tudo muito marcante”, contou William Arjona, que está em sua quinta temporada com o Sada/Cruzeiro.

“O Sesi-SP tem um timaço. Eles tiveram alguns problemas ao longo da competição, mas sabíamos que a hora que encaixasse ia ser complicado. E encaixou”, destacou o levantador celeste.

Aos 40 anos, o jogador mais velho da Superliga é, também, um dos mais experientes. Medalhista de prata nos Jogos Olímpicos de Pequim/2008, o carioca Marcelinho tem inúmeros títulos acumulados ao longo da carreira com a seleção brasileira. Nas competições nacionais, o levantador foi campeão antes mesmo da nomenclatura Superliga. Na temporada 1993/1994, quando ainda era Liga Nacional, Marcelinho venceu com o time de Suzano. E foi pelo mesmo time que ele conquistou seu primeiro título na Superliga, em 1996/1997, já mencionado por William Arjona.

“Aquele título foi muito marcante, pois todos os outros atletas do time eram da seleção e fui colocado em xeque por ser um levantador jovem. Fui bem na temporada e, depois disso, fui convocado. Mas, tenho outros momentos especiais na Superliga. Agora, nessa semifinal contra o Funvic/Taubaté, também vivemos um bom momento. Tivemos alguns altos e baixos durante a Superliga, e conseguimos fazer dois bons jogos contra ales, com um padrão de jogo melhor”, destacou Marcelinho, melhor levantador da fase semifinal desta edição da Superliga. 

“Acho que a responsabilidade é igual para todos os jogadores, mas, claro, é importante contar com um levantador experiente. Acredito que o Sada Cruzeiro, sem o William, não seria um time tão espetacular. Ele tem muita precisão, leitura de jogo muito boa e é imprevisível. Hoje, na minha opinião, o Wiliam é o melhor levantador do Brasil. Mas, nosso time também é muito bom e há sempre uma motivação enorme por estar em uma final, com jogo único, na busca por um título. Vamos com tudo”, garantiu Marcelinho.

foto: Alexandre Arruda/CBV

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