Problemas financeiros teriam influenciado no desempenho da Aprov/Chapecó

Considerada uma das favoritas ao título da 2ª edição da Superliga B, a Aprov/Unoesc/Chapecó acabou decepcionando e não se classificando para as semifinais da competição. Após a eliminação, o técnico Nilson Rex falou sobre problemas financeiros, que prejudicaram o time em quadra, mas garantiu que a equipe continuará ativa na próxima temporada. 

Para se ter uma ideia, os jogadores tiveram que atuar com os salários atrasados, já que existiu uma demora no repasse do convênio com a prefeitura de Chapecó. O município destina cerca de R$2,8 milhões para toda a temporada e dividido entre todos os setores atendidos, ou seja, a maioria das equipes esportivas da cidade. 

No caso do voleibol, o momento, segundo o técnico Nilson Rex, é de se adequar as próximas competições, no caso os Jogos Abertos Brasileiros, que ocorrem no final de maio, em Criciúma. Pelo regulamento, apenas jogadores nascidos a partir de 1989 podem disputar a competição, algo que vai mexer bastante do elenco atual. 

Quanto a participação na Superliga B 2014, já que o clube tem vaga assegurada, o treinador fez questão de explicar que só deve ingressar caso exista um aporte financeiro. Na edição deste ano, a Aprov/Unoesc/Chapecó também sofreu com desfalques, sendo que o ponteiro Badá, um dos destaques do time, acabou ficando de fora nos momentos decisivos do torneio. 

“É uma competição interessante, de grande visibilidade, mas temos que estar calçados numa condição financeira melhor, para trabalhar com mais tranquilidade”, declarou o treinador Nilson Rex. 

foto: Alexandre Arruda/CBV

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