terça-feira, 23 de agosto de 2016

(Paulista) Na abertura, Sesi-SP enfrenta São Bernardo na Vila Leopoldina

Nesta quarta-feira, às 19h, ocorre oficialmente a abertura do Campeonato Paulista – Divisão Especial com o duelo entre Sesi-SP e São Bernardo, no ginásio da Vila Leopoldina. Embalada pela conquista da Copa SP, a equipe comandada por Marcos Pacheco busca mais uma vez chegar a decisão, algo que acontece desde sua fundação, em 2009. 

Vice-campeão na última edição, o Sesi-SP soma quatro títulos e três vice-campeonatos, sendo que desta vez se reforçou com nomes de peso para subir novamente ao lugar mais alto do pódio. Além de Bruninho e Lucão, medalhistas de ouro nos Jogos Olímpicos Rio/2016, a equipe trouxe o experiente levantador Rafinha, ex-Voleisul/Paquetá Esportes e que tem no currículo a participação nas 22 edições da Superliga.

“Estou muito feliz em fazer parte de um grupo como o Sesi-SP. Sou um jogador com 40 anos já e estar em um time destes, hoje com quatro campeões olímpicos, além do Murilo, Sidão, Theo e a turma toda, é muito gratificante. Eu estou aqui para ajudar todo mundo. Os juvenis que temos são meninos já acostumados com a pressão, com passagens pelas seleções, mas o que eu puder ajudar e dividir com eles eu farei”, declarou Rafinha.

Ao lado dos experientes Sidão, Murilo e Theo, Rafinha já pôde, além de contribuir com o grupo com sua visão de jogo, colocando-os em boas condições de ataque, dividir esses conhecimentos com os ponteiros Fábio Capalbo e Gabriel Vaccari, além do líbero Pureza, atletas vindos da base do Sesi-SP.

“Vejo que os mais novos já voam com suas próprias asas e isso vem sendo fundamental neste início, quando as equipes ficam desfalcadas. Mas noto cada vez mais a importância da entrada e aposta nesses garotos. Hoje temos tudo para dar certo e brigar por mais um título”, completou o levantador.

Pelo lado do São Bernardo, o técnico Douglas Chiarotti conta com vários jovens que foram recentemente campeões dos Jogos Regionais e que vem disputando o Campeonato Paulista – Sub-21. Na Copa SP venceu a Climed/Atibaia e foi derrotado pela Funvic/Taubaté na semifinal, porém fez um jogo interessante no ginásio Abaeté.

foto: Everton Amaro/Divulgação Fiesp

Rodrigo Leandro vai atuar no voleibol do Chipre na temporada 2016/2017

Depois de se destacar na Grécia com a camisa do Gas Pamvohaikos, o ponteiro Rodrigo Leandro seguirá sua carreira na Europa. O atacante acertou sua transferência para o Omonoia, atual campeão do Chipre, para a temporada 2016/2017. O jogador de 22 anos se apresenta oficialmente no final deste mês.

“Terminei como terceiro melhor ponteiro na Grécia. Espero melhorar ainda mais para esta temporada no Chipre. Ainda sou muito novo, mas acredito que estou mais preparado e confiante para essa temporada. Meu objetivo é ser campeão no Chipre e adquirir mais experiência”, disse Rodrigo Leandro, que no Brasil se destacou com a camisa do São José Vôlei.

Na temporada passada, o Omonia conquistou o Campeonato do Chipre sem perder nenhuma partida. Foram 14 jogos na fase classificatória e mais seis nos playoffs finais. O objetivo agora é manter a hegemonia e buscar uma posição na fase de grupos da Champions Legue.

foto: Gas Pamvohaikos/Divulgação

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

(Paranaense) Caramuru/Castro vence novamente e segue isolado na liderança

Pela 1ª rodada do returno do Campeonato Paranaense – Divisão Especial, jogando no ginásio Xanda Nocera, o M.V.Selmer/Compagás/Caramuru/Castro derrotou, por duas vezes, o AMVP/Maringá. No sábado, a vitória foi por 3 sets a 0, parciais de 25/19, 25/15 e 25/20, enquanto no domingo, os donos da casa venceram por 3 sets a 2, parciais de 25/15, 20/25, 25/11, 21/25 e 15/4.

“O fim de semana foi produtivo, pois conquistamos duas vitórias em casa. Hoje, fizemos mais uma boa partida, taticamente falando. Novamente mesclamos a equipe, com quatro atletas da categoria infanto e eles se comportaram muito bem, mostrando estarem preparados para atuar no decorrer da competição”, afirmou o assistente técnico Odilon Zimmermann.

O M.V.Selmer/Compagás/Caramuru/Castro segue invicto após dez jogos. Com 100% de aproveitamento, os atuais campeões da Superliga B estão isolados na liderança com 29 pontos. A 2ª posição é da ASPMA/Araucária/Berneck, com 16 pontos, um a mais que o Foz do Iguaçu/Pisossul. Na sequência aparecem AMVP/Maringá, com oito pontos, e Toledo/Prati-Donaduzzi, com quatro.

A próxima rodada ocorre nos dias 3 e 4 de setembro quando o Toledo/Prati-Donaduzzi recebe o M.V.Selmer/Compagás/Caramuru/Castro. Já o AMVP/Maringá pega a ASPMA/Araucária, em seus domínios. 

foto: Castro/Divulgação

(Paranaense) Foz do Iguaçu faz dever de casa contra o Toledo e segue na briga

A rodada de abertura do segundo turno do Campeonato Paranaense – Divisão Especial teve clássico da Região Oeste do Estado no último final de semana. Jogando no ginásio Sebastião Flor, o Foz do Iguaçu/Pisossul derrotou, por duas vezes, o Toledo/Prati-Donaduzzi. No sábado, a vitória foi por 3 sets a 1, parciais de 25/20, 19/25, 25/21 e 25/16, enquanto no domingo, os donos da casa venceram por 3 sets a 0, parciais de 25/14, 25/23 e 25/22.

“A equipe foi determinada e cumpriu a risca o que tínhamos treinado. Traçamos nossa estratégia antes do jogo, que era sacar bem para que pudéssemos jogar em função do nosso bloqueio, e funcionou muito bem (...) Fizemos uma excelente partida onde o ponto forte de nossa equipe foi o bloqueio. Sacamos muito bem e com isto facilitou as nossas ações. O nosso contra-ataque foi outro ponto positivo”, analisou o técnico Marcos Antunes.

Com as vitórias, o Foz do Iguaçu/Pisossul permanece na 3ª posição, agora com 15 pontos, e fica apenas um ponto do 2º colocado, no caso a ASPMA/Araucária/Berneck. Após acumular mais duas derrotas, o Toledo/Prati-Donaduzzi continua com quatro pontos e segue na lanterna. A liderança é do M.V.Selmer/Compagás/Caramuru/Castro, que soma 29 pontos.

A próxima rodada ocorre nos dias 3 e 4 de setembro quando o Toledo/Prati-Donaduzzi recebe o M.V.Selmer/Compagás/Caramuru/Castro. Já o Foz do Iguaçu/Pisossul só retorna as quadras nos dias 17 e 18 para enfrentar também os líderes, dentro de seus domínios.

foto: Kiko Sierich

O sucesso de Bernardinho está ‘na corda esticada’ com cada atleta

Muitos falam que o sucesso da Seleção Brasileira está ligado a presença de Bernardinho no comando da comissão técnica. Sem dúvida a chegada do treinador fez a equipe masculina crescer de rendimento e a colocou entre as melhores equipes nos últimos quatro ciclos olímpicos. Isso é para poucos e uma das qualidades que ele tem é de saber tirar o melhor de cada atleta.

Quando você vê algum jogador falando sobre Bernardinho, seja dos medalhistas em Atenas/2004, Pequim/2008, Londres/2012 ou Rio/2016, todos falam do padrão de exigência do treinador. Alguns atletas que não tenham tanto talento acabam suprindo isso na questão física e na entrega para a equipe em quadra. Outros, mais qualificados em determinada posição, cumprem seus papeis e fazem com que o time tenha o volume de jogo necessário.

“A minha medalha de ouro é estar ali atrás e poder ver os rapazes em cima do pódio e toda a torcida gritando é campeão. Isso, para mim é único. Ouvir o hino nacional, a bandeira subindo, todos chorando, porque é algo muito emocionante, tanta coisa represada, essa vontade de ser o campeão que a torcida esperava, é a imagem que eu guardo. O metal representa tudo que esses momentos te trazem. Mas, o momento final de tudo isso é único. Tenho tantos anos de carreira no esporte, tantos títulos e momentos marcantes, mas uma fotografia como essa na minha memória, não existe por ser em casa. Esse é o verdadeiro ouro”, afirmou Bernardinho.

Muito se fala sobre os treinamentos intensivos de Bernardinho, mas mesmo com algumas reclamações e jogadores chegando aos seus limites, todos entendem que precisam estar 100% na hora da competição. Ou seja, quando ouvimos os atletas e a comissão técnica falando em trabalho, isso não é pieguice e sim um planejamento visando tirar o melhor de cada um. 

Encerrada a premiação nos Jogos Olímpicos Rio/2016, Bernardinho afirmou que ainda não sabe seu futuro e se fará mais um novo ciclo rumo a Tóquio/2020. Mesmo que isso não ocorra podemos vez que seu trabalho segue, pois a presença de Douglas Sousa, um jogador com talento e muito a crescer, não deixa de ser o mesmo que ocorreu com Lucarelli em Londres/2012.

foto: FIVB/Divulgação

Serginho: Quatro pinos nas costas e quatro medalhas no peito

Quem teve a oportunidade de assistir a final dos Jogos Olímpicos/Rio 2016 entre Brasil e Itália não viu apenas a medalha de ouro conquistada pela equipe verde e amarela, mas também a superação de um atleta em especial. Aos 40 anos, o líbero Serginho completava sua quarta olimpíada e comemorava, cheio de emoção, sua quarta subida ao pódio, com dois ouros e duas pratas.

“Quero descansar, curtir meus filhos e minha casa. Eles (filhos) ficavam me cobrando para ser novamente campeão olímpico e não devo mais nada para ninguém. Eu e os jogadores tivemos uma conversa muito legal antes da partida contra a França e falei que estava me sentindo como se tivesse em uma UTI. Eu avisei que ia lutar para sair daquela condição e que eles iriam me ajudar. Os jogadores entenderam isso. Essa foi minha última Olimpíada e eles me ajudaram a me tornar bicampeão olímpico. Foi muito gratificante participar desse grupo”, afirmou Serginho. 

Serginho tem uma história de superação no esporte, tendo passado por algumas cirurgias para a colocação de quatro pinos de titânio na coluna. Sempre vibrante em quadra e, às vezes, impulsivo com alguns companheiros, ele sabe quais são os momentos de gritar ou de conversar nas horas mais complicadas de um jogo. Prêmios, ele tem vários, mas admiradores são inúmeros, tanto dentro quanto fora de quadra.

Devido a sua dedicação, Serginho mostrou a importância da posição de líbero (criada em 1998), que tornou o jogo de vôlei mais dinâmico e veloz. Não apenas uma recepção era necessária, mas sim um passe qualificado na mão do levantador para que esse pudesse executar as várias opções de ataque. Olhando agora parece óbvio, mas não se esqueça que uma mudança sempre é difícil de ser digerida e Escada, como é chamado pelos amigos, soube absorver as críticas, voltar quando era necessário a Seleção Brasileira e encerrar sua trajetória olímpica com as devidas homenagens e o respeito de todos.

foto: FIVB/Divulgação

domingo, 21 de agosto de 2016

(Jogos Olímpicos) Brasil derrota a Itália e conquista a medalha de ouro

Na grande decisão dos Jogos Olímpicos Rio/2016, a Seleção Brasileira derrotou a Itália por 3 sets a 0, parciais de 25/22, 28/26 e 26/24, no ginásio do Maracanãzinho. Com isso, a equipe verde e amarela conquista sua terceira medalha de ouro (Barcelona/1992 e Atenas/2004), mostrando sua força no cenário mundial, já que ainda soma as três pratas (Los Angeles/1984, Pequim/2008 e Londres/2012). 

A Itália iniciou forte no saque e no bloqueio, abrindo 1 a 4. Após dois erros seguidos do adversário, o Brasil encostou: 3 a 4 e o duelo seguiu equilibrado, até uma boa passagem de Giannelli no saque: 6 a 9. Com Lucarelli fazendo um ace, os donos da casa encostaram novamente: 10 a 11, porém os italianos conseguiam se manter a frente do placar, mesmo com muitos erros de saque. Após bela defesa de Bruninho e virada de Lipe, o time verde e amarelo virou: 13 a 12, consequentemente uma boa passagem de Mauricio Souza fez o Brasil abrir 16 a 12. Na sequência, Wallace foi quem teve grande passagem no saque: 19 a 14, porém a Itália seguia forçando no mesmo fundamento. Na inversão do 5-1, os brasileiros seguiram em vantagem: 22 a 19 e no final, através do erro de saque de Zaytsev, o Brasil fez 25 a 22.

Novamente, a Itália iniciou melhor em quadra no segundo set e abriu 1 a 4, após ace de Juantorena. Entretanto, a equipe brasileira logo se recuperou e em uma bola rápida de meio de Lucão encostou: 5 a 6. Com Wallace bem no ataque e no bloqueio, o Brasil empatou: 9 a 9 e após duas grandes defesas veio a virada: 12 a 11. Como se fosse uma repetição da parcial anterior, uma boa passagem no saque fez o placar disparar em 14 a 11. Os italianos se recuperaram com Zaytsev, deixando o duelo equilibrado: 14 a 14, porém a seleção brasileira segurava a pressão e mantinha a frente no placar. No 20 a 20, um ace do oposto italiano colocou os europeus na frente: 20 a 21, porém após bom saque de Bruninho e ataque de Wallace, veio a virada: 23 a 22. No final, muito equilíbrio a cada ponto: 26 a 26 e acabou com vitória por 28 a 26 após saque de Maurício Souza e erro de Lanza na recepção.

O terceiro set começou equilibrado, com Bruninho distribuindo bem as bolas entre as jogadas de ponta e o meio, enquanto os italianos sofriam com o passe, mas conseguiam virar as bolas: 5 a 5. Era difícil alguma equipe abrir dois pontos, ainda mais com as variações de jogadas de cada lado: 10 a 10, porém com uma largada de Maurício Souza, o placar foi para 13 a 11. Enquanto a Itália tinha Zaytsev, o Brasil tinha Wallace, sendo eles os maiores pontuadores da partida: 15 a 15. O oposto, através de um bloqueio, ajudou os italianos a abrirem 15 a 17, mas logo na sequência ocorreu dois toques de Giannelli o que fez o Brasil virar: 19 a 18. Na bola de segunda de Bruninho, os donos da casa tinham 22 a 21 e com Wallace atacando demais o placar era de 23 a 22. No final, com um bloqueio perfeito, o Brasil venceu por 26 a 24.

“A Itália começou na frente em todos os sets e nós buscamos o resultado. Isso é muito difícil. Tivemos tranquilidade de armar as jogadas e sacar taticamente bem. Acredito que esse grupo amadureceu de 2012 até aqui. Nossa atitude dentro de quadra mudou a partir da partida com a França. Muitas pessoas não acreditavam em nós. Fomos ganhando os jogos e a torcida sempre nos apoiando em todos os momentos. Fico feliz de conseguirmos retribuir esse carinho da torcida com essa medalha de ouro. A felicidade é muito grande, todo o trabalho e o sacrifício valeram a pena”, disse o oposto Wallace.

“Histórias como a dessa medalha de ouro acontecem somente no esporte. Estávamos a beira do abismo e conseguimos dar essa volta por cima. Depois de quatro anos sem conquistar um título grande e sendo tachados de geração que só bate na trave e não consegue vencer, veio essa medalha de ouro na frente do nosso povo. Isso é muito trabalho, suor e sacrifício e esse grupo merece demais tudo isso”, afirmou o levantador Bruninho.  

Equipes:

Brasil: Bruninho, Wallace, Lucão, Maurício Souza, Lucarelli, Lipe e Serginho (líbero)
entraram: William, Evandro e Maurício Borges
técnico: Bernardinho

Itália: Giannelli, Zaytsev, Juantorena, Lanza, Buti, Birarelli, e Colaci (líbero)
entraram: Rossini, Antonov e Sottile
técnico: Gianlorenzo Blengini

foto: FIVB/Divulgação

sábado, 20 de agosto de 2016

(Jogos Olímpicos) Em quarta final consecutiva, Seleção Brasileira pega a Itália

Depois de terminar na 4ª posição do Grupo A, vencer Argentina nas quartas de final e Rússia, na semifinal, a Seleção Brasileira decide a final dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro neste domingo, às 13h15min, no ginásio do Maracanãzinho. O confronto vai ser contra a Itália, que chega para a decisão tendo perdido apenas um jogo. Brasileiros e italianos se enfrentaram na final olímpica de 2004, quando o time verde e amarelo ficou com o título.

Essa é a quarta final olímpica consecutiva do Brasil. Em Atenas/2004, a seleção verde e amarela ficou com o ouro, e em Pequim/2008 e Londres/2012, com a prata, perdendo para Estados Unidos e Rússia, respectivamente. Nas quatro, a equipe contou com Bernardinho na beira da quadra e com Serginho dentro dela. Hoje, aos 40 anos, o líbero é um dos mais entusiasmados para a disputa pela medalha de ouro.

“Esse momento é a melhor coisa da vida. Quatro finais olímpicas, quatro medalhas e só tenho a agradecer. Sei da onde eu vim e fui escolhido para estar no meio desses caras. Para mim, vai ser muito especial e como se fosse a primeira final”, disse Serginho, emocionado com o atual momento, mas completamente focado para subir ao lugar mais alto do pódio.

“É final olímpica e temos que pensar em ganhar bloqueando, defendendo, sacando, atacando e jogando muito voleibol. Nosso time se mostra forte quando é necessário e é isso que temos que fazer amanhã de novo. A Itália está sacando muito bem e essa é uma arma deles contra o nosso time. Temos que ter muita sabedoria, como foi contra a Rússia. Temos que ter cabeça no lugar. A Itália vem jogando bem, ganhou da gente, tirou os Estados Unidos, vem fazendo uma campanha brilhante”, complementou o líbero brasileiro.

Assim como Serginho, o central Lucão prega atenção com os italianos. Conhecendo bem a maioria dos jogadores que estarão do outro lado, por ter atuado na Serie A1 na temporada passada, o atacante brasileiro sabe que a seleção brasileira tem motivos para se preocupar. Quanto a situação dos ponteiros Lucarelli e Lipe, os dois estão fazendo tratamento intensivo e serão novamente testados antes de iniciar o confronto.

“O saque é o grande ponto forte deles no campeonato. Temos que tentar abrir vantagem desde o começo, sem deixar para decidir no final de cada set. É um jogo difícil, contra uma equipe de qualidade muito grande. Temos que tomar cuidado com todos os jogadores. Já enfrentamos o time deles tantas vezes nesse ciclo e conhecemos bem o esquema de jogo. É a equipe mais regular que eu vi jogar”, afirmou Lucão.

Pelo lado italiano, que fez a melhor campanha do Grupo A, tendo inclusive vencido o Brasil, o momento não poderia ser melhor, ainda mais após a vitória emocionante diante dos Estados Unidos na semifinal. O técnico Gianlorenzo Blengini conta com um trio de atacantes muito fortes, casos de Juantorena, Zaytzev e Lanza, sendo que esse último ganhou a titularidade na reta final da Liga Nacional e nos Jogos Olímpicos conseguiu dar consistência no passe e ser mais uma opção ofensiva na equipe italiana. 

Equipes:

Brasil: Bruninho, Wallace, Lucão, Maurício Souza, Lucarelli, Lipe e Serginho (líbero)
técnico: Bernardinho

Itália: Giannelli, Zaytsev, Juantorena, Lanza, Buti, Birarelli, e Colaci (líbero)
técnico: Gianlorenzo Blengini

foto: FIVB/Divulgação